Dream Trip!
25-05-2009Por Pedro Henrique
mulecada sonha e desenha no caderno quando esta na aula de matemática e não aguenta mais o professor chatão…Valeu!!
mulecada sonha e desenha no caderno quando esta na aula de matemática e não aguenta mais o professor chatão…Valeu!!
Esta foi uma ótima semana para os catarinenses, rolou altas ondas em Balneario Camboriú e região…
tempo para estudar. Claro que no fim de semana foi surf, surf e mais surf!! Hoje o mar já diminuiu mas ainda está legal, vou fazer um treino com a Gabriela (professora de pilates) surfando, apnéia e pilates a noite.
de maio, em Ubatuba, adoro aquela onda e estou me preparando para ter um bom resultado.E aí galera!
Bom, voltando de Durban na África, cheguei no sábado a noite em Balneário e no domingo pela manhã tive a felicidade de estar rolando ondas de até 1 metro em frente a minha casa, aí foi só sair pro abraço. Mas a alegria durou pouco, hoje estou embarcando pra Trestle/Califórnia, correr o WQS.
Para quem quizer acompanhar http://www.nike6lowerspro.com/live/
Abaixo pra vocês conferirem, está minha session no filme da rusty The Crew, espero que gostem.
Abraço raça!
Fala galera.
Depois de muitos vôos, conexões, estou de volta a Sydney…. Na minha última e única atualização estava em Margareth River, Austrália, fazendo uma materia com alguns surfistas por lá. Como fiquei algum tempo sem internet estou um pouco atrasad ( hehehe ). A viagem terminou, já fui para Bali e estou de volta a Sydney pronto para retornar ao Brasil, ou não.
Clique nas fotos para ampliar.
Como um dos surfistas presentes na trip era o tambem colunista deste blog Willian Cardoso, vocês acompanharam e sabem de tudo o que rolou nessas viagens.
Depois de uma viagem os fotógrafos precisam de um tempo para organização. Mais de um mês de viagem da em media
umas 8 mil fotos, isso mesmo, 8 mil fotos! E o pior trabalho vem agora. Separar todas as fotos por lugares, surfistas e editar o material que sera enviado para revista e patrocinadores. Destas 8 mil fotos, o ideal é editar e reduzir o material para no máximo 300 fotos, isso da uma dor de cabeca. Cada fotógrafo tem um método de trabalho que mais se adapta, uns preferem ir editando e separando durante a viagem, outros preferem deixar para ver o material por completo e depois edita-lo, no meu caso eu prefiro organizar apenas por lugares durante a viagem e editar tudo no final.
Depois de editado, é a hora de enviar as fotos. Se eu estivesse no Brasil, gravaria alguns DVDs e levaria para a revista, mas como não sei ao certo a data que chego, envio um preview das fotos em baixa resolucao para o editor da revista escolher quais vão ser aproveitadas. Então ele me passa o nome dos arquivos que escolheu e eu mando a foto em Alta resolução. Cada foto em alta tem aproximadamente 35 megas, então, se o editor escolher 50 fotos, serao 1750 megabytes, ou 1.7 Gigabytes, muita coisa para se mandar por email. Aí ultilizamos um programa de envio de arquivos chamado FTP, com este programa eu consigo entrar dentro do site da revista e anexar todas as fotos lá. Este metodo é bem mais rápido mas mesmo assim consome em média umas 5 horas para anexar todas….arf!
Isto é um dos trabalhos dos fotógrafos. No próximo texto falo um pouco mais. Como disse, ainda não sei ao certo quando vou para o Brasil, acho que daqui vou para o Tahiti para o WCT, mas ainda não é certeza. Beijos e abraços….
Minha viajem em Bali terminou, esses dias foram demais. Muito surf, calor, massagem e muita Bintag. Aproveitei pra treinar em boas ondas, colocar minhas pranchas no pé, melhorar meu inglês, e me aproximar da Rusty internacional!
Além de coletar imagens, fazer fotos para as revistas Fluir e Waves(Austrália), consegui sair com
um matérial muito bom, muitas fotos de ações iradas! Agora meu foco é os últimos 3 campeonatos que tenho pela frente, minha próxima parada é em Durban na África do Sul, amo esse lugar (hehe)!!!
To escalado na décima sexta bateria do segundo round, com mais 2 brasileiros, Pablo Paulino e Victor Ribas. Pelo o que olhei na internet, a semana em Durban promete, um swell de 3.2 com 14 segundos ta chegando na costa, sem vento, vai ficar perfeito, com certeza esse campeonato vai ser irado…
Um grande abraço a todos!
Fala galera!
É com muito prazer que eu começo a escrever no Site Diariodosurfista. O meu Diario será um pouco diferente dos
demais, pois como não sou surfista e sim fotógrafo de surf, vou tentar passar um pouco do dia-a-dia dos bastidores de quem acompanha e aguenta toda essa galera pelo mundo a fora. Vou escrever sobre a rotina de um fotografo de surf, tentando mostrar o processo da produção de uma matéria durante uma surf trip, as roubadas em que nos metemos em busca da foto perfeita, o prazer de conhecer e fotografar lugares novos. Contar um pouco da história por traz de algumas fotos curiosas e também um pouco sobre tecnologia.
Para quem não me conhece, sou fotógrafo de surf ha mais de 9 anos, trabalhei durante muito tempo para a revista Hardcore e tive o prazer de viajar para diversos paises nos 5 continentes. Para quem quiser ver um pouco das minhas fotos é só entrar no site www.tiagonavas.com.
No momento estou na Austrália fazendo uma matéria com o Willian Cardoso, Thiago Camarão e
outros surfistas que estão por aqui no momento para os campeonatos. Já no meu próximo texto vou começar a falar um pouco da nossa rotina aqui e postar algumas fotos. Espero que vocês gostem, aproveitem e comentem!!!
Abraços
Bom dia galera!
Estou de volta e com ótimas histórias para contar.
Para começar…
Na nossa viagem tivemos o privilégio de passar por cima da Cordilheira dos Andes, altas e lindas montanhas de neve. A
viagem foi longa, mas chegamos todos bem. Arrumamos nossas coisas para logo cedo acordar e ver o que estava a nos esperar. Ás 05:30hs estávamos todos acordados, como de costume. Entramos em La Fae, uma base militar que abria a praia às 06:00hs, todos os dias. Quando chegamos, longas esquerdas já estavam rolando.
Pulei na água e me diverti muito! Era tudo que eu precisava, pois eu já estava ficando nervosa.
Chegou minha vez de competir e lá fui eu no “beachbreak”, no palanque dois. Passei a bateria e no outro dia competi de novo… Perdi por pouco! Na quinta-feira rolou a repescagem. O mar já estava no seu maior momento – dito pela previsão – 6 pés de onda. Na bateria, comecei com 7,5 e 6,5 pontos que garantiram minha primeira posição. No mesmo dia rolou outra fase e as baterias foram ficando cada vez mais difíceis. A francesa começou com um 8,5 pontos e a costa-riquenha com 6,5 pontos. Eu abri com 7,5, mas a costa-riquenha virou em cima de mim e eu fui pra terceira colocação deixando a tahitiana na quarta posição. Fiquei disputando o pico com a francesa… Fui parar atrás das pedras e então veio a série! Saí remando com todas as minhas forças e dropei! A onda fez vários “degraus” e fui cuspida por ela. Olhei para trás e vi a onda correndo perfeitamente, fiquei com tanta raiva que voltei pro outside bufando! Colei nas pedras e peguei a primeira onda que veio… Fiz 9.07 pontos e garanti meu primeiro lugar somando 16.57.
Clique nas imagens para ampliar.
No outro dia a bateria foi pro pointbreak de direita. O mar já estava bem menor, tinha altas ondinhas eu estava me
sentindo muito bem, por isso surfei muito bem no treino antes da bateria, mas as meninas somaram muito alto e eu não achei a onda certa para conseguir avançar a bateria.
A partir daí fiquei só torcendo para quem continuava na competição: Miguel Pupo, Jessé Mendes e Gabriel Medina, os seis destaques do campeonato.
Na sub 16 Keanu Asing (Haw) ficou com a liderança, Medina (Bra) em segundo, David Brand (Afr) em terceiro e Jessé Mendes (Bra) em quarto.
Na sub 18 a primeira colocação foi para Dean Bowen (Aus), em segundo Miguel Pupo (Bra), terceiro Huscenot Maxime (Fra) e quarto para Dylan Goodale (Haw).
A colocação das equipes ficou: Austrália em primeiro, Hawaii em segundo, Brasil em terceiro e Estados Unidos em quarto.
Mas a competição ainda não tinha terminado. Restava o Aloha Cup, mais conhecido como Taggy Teen – uma competição
que o time escolhe cinco atletas para surfarem uma hora. Os atletas escolhidos entram na água e tem que pegar três ondas das quais duas somam. Eu era a última a entrar na água… O tempo estava acabando quando consegui pegar duas ondas e o Brasil ficou com a medalha de ouro.
Essa foi minha viagem resumida, por incrível que pareça. Voltei pra casa com duas medalhas! Estou muito feliz e pronta para a próxima!
Espero que tenham gostado.
Beijo a todos!
Fotos: Juca de Barros
Indonésia… acho que sonho de qualquer surfista – pelo menos o meu era! Minha primeira vez na indonésia foi um pesadelo, no segundo dia de viajem quebrei o meu tornozelo e tive que voltar pra casa me tratar. Dessa vez é
diferente, estou em Bali, na praia de Kuta, um balneário repleto te resorts pela orla, vários restaurantes e muito comércio. A cidade não pára! 24 horas por dia com muitos turistas!! Bali respira isso, paraíso para europeus, se pra nós brasileiros as coisas já são baratas, imagina pra eles em euro…
Minha primeira impressão foi muito louca. Cheguei no aeroporto meia noite ouvindo uma galera falando uma língua que tu não entende, um inglês bem meia boca, todo mundo querendo te passar a perna! Aqui tem que ficar muito ligado! Você troca 100 dólares americanos e sai com 1.100,00 milhões de Rúpias, então você imagina que está rico! (hahaha) As coisas por aqui são muito baratas! Você tem opções de hotéis de 5 dólares a diária, até aquele spa dos sonhos por 60 dólares! A variedade de coisas são grandes e você encontra de tudo, para todos os gostos!
Estou ficanco no Uns Hotel, o dono é o Marlon Gerber, indonesiano patrocinado pela Rusty. Fomos muito bem recebidos, o hotel é irado! Piscina, ar condicionado, tv a cabo, café da manhã, internet, toda aquela regalia por um preço de banana!
Desde que cheguei ainda não deu onda, to só relaxando e curtindo o que Bali oferece.
Já fui conhecer as famosas ondas de Uluwatu, Padang Padang e também o Templo de Uluwatu (lotado de macacos), e já fiz muita massagem de uma hora por 5 dolares!
Tô louco pra surfar, sempre checando a internet, e pelo o que vi, vai entrar onda no final de semana e assim vou poder colocar minhas pranchas na água. Trouxe pra Bali 5 pranchas: Três 6,2; uma 6,4 e outra 6,6. Aqui tem que cuidar, se você pegar um vôo direto pra Depansar você tem o direito de trazer 3 pranchas, então esteja preparado pra deixar mais $ 100,00 por prancha, ou no meu caso, como o Tiago Navas estava comigo, ele falou que as outras duas pranchas eram dele, ai sem nenhum problema!
Aaah! Outra coisa, não tem nada melhor do que chegar em Bali e tomar aquela Bitang gelada e muito barata!
Um grande abraço à todos e Feliz Páscoa!!!
Os campeonatos aqui na Austrália são os meus favoritos, sempre com boas ondas e grandes ondulações. Saí do brasil com a esperança de obter ótimos resultados, mas não foi isso que aconteceu. Cheguei antes na Tasmânia pra me adaptar ao frio e as ondas que nunca tinha surfado. No freesurf eu estava surfando muito bem, minhas pranchas estavam perfeitas mas na hora da bateria não consegui achar as boas ondas e acabei ficando em quarto lugar. Na minha opinião, acho que a direção de prova poderia ter colocado o campeonato em outra praia que apresentava melhores condições, mas tudo bem!
Tasmânia já era! É hora de me concentrar pra Margareth River… Uma onda poderosa que gosto muito! Nos dois anos que fui pra lá, fui super bem! Assim que cheguei em Perth, foi uma correria para colocar as malas no carro, as pranchas no teto e tal que acabei sofrendo uma lesão muscular nas costas. Que me deixou ruim por alguns dias… No dia seguinte não conseguia nem andar direito e minha bateria seria no próximo dia. Quarta-feira passei a manhã toda fazendo massagem e me cuidando na praia, mas não melhorava, então fui procurar um lugar pra fazer acupuntura… e só assim consegui melhorar um pouco. Fui pra bateria mesmo assim. Já fazia alguns dias que não surfava, então foi muito difícil pra remar, mas no final consegui fazer uma onda e fiquei precisando só de 6 pontos mas não consegui achar outra boa o suficiente… Uma pena, porque durante o campeonato inteiro deu altas ondas!
Agora vou continuar treinando e mantendo o foco para as próximas etapas que ainda tenho pela frente: Durban, na África do Sul; Trestles, nos EUA e o Super Surf em São Paulo. Nessa semana irei pra Bali passar 10 dias com a equipe internacional da Rusty!!! Chegando lá mandarei uma foto minha com uma Bintang bem gelada!!!!
Abraço e boa semana!!!